O dia que eu tiver uma equipe de futebol, jogador careca não entra.
Não consigo entender como alopécia e ludopédio (consulte o dicionário em caso de dúvida) podem conviver debaixo da mesma camisa.
Gerson canhota é a única exceção para justificar a minha regra.
E basta uma.
Recebe este beneplácito pela fusão de suas grandes qualidades.
Chutava inigualávelmente com o pé esquerdo, não tem papas na língua, fazia lançamentos inimitáveis,
era rude nas jogadas quando necessário, algumas vezes escalava a equipe, é papagaio, sofre de crise renal e tem medo de avião.
As três últimas referências são identidades palpáveis comigo.
As demais eu aprecio.
Ser careca no futebol é uma incoerência estética com o esporte bretão.
Aceito quem conteste a idéia mas, já vou dizendo que nunca concordarei com qualquer argumento.
Pelo menos aqui no blog onde sou dono absoluto da verdade.
(O blog tem a vantagem de não ser censurado e não vende suas notícias e imagens para o "tio sam".)
Goleiro careca?
Impensável.
Nem de boné.
Na minha juventude quando batia uma bolinha e era "goalkeeper" como diziam antigamente, tinha o cuidado de olhar-me
no espelho toda vez que estava para entrar em campo.
A mínima suspeita da queda de um fio de cabelo seria motivo bastante para um "forfait".
Estas lembranças vem após a derrota do Brasil para a Colômbia, quando nosso "goleiro" cercou aquele monumental frango.
Posso assegurar a todos aqueles que inadvertidamente visitam "nosso jornal, que se o camisa 1 não fosse careca aquela bola não entrava.
Vai catar cavaco, Marcos.
E estamos conversados.
Bola pra frente.
Ou melhor, pra dentro.